Mostrando postagens com marcador #EUA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #EUA. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Globalistas brasileiros: imitadores dissimulados

 


Agora é hora de falar um pouco sobre o grupo político-econômico mais forte neste país: o grupo dos globalistas. 
Como já existem fartas fontes a respeito do globalismo, sejam fontes de direita, de esquerda, e até mesmo religiosas, não irei me aprofundar no tema aqui. 

Embora seja um termo muito ironizado por diversos especialistas, eu escolhi utilizá-lo por ser um termo que, ao meu ver, bem resume o que é este grande grupo político. Formado por grandes conglomerados de mídia e de empresas globais sediadas geralmente na América do Norte e na Europa, este grupo é formado sobretudo por liberais de esquerdas e sociais democratas, grupos de direita neoliberais,
 além do sistema bancário que atua no Brasil. Penso que o termo globalismo bem explica o que representa: um mundo global, unificado e sobre forte influência de órgãos e bancos internacionais. São os principais adeptos da Nova Ordem Mundial propagada com força desde os anos 90, após a dissolução da URSS. 

🏦 O globalismo é uma ideologia que possui aspectos da direita, em um sentido de defesa de aspectos e princípios do liberalismo (ainda que não seja o liberalismo clássico, que tem viés um nacionalista), em uma visão internacionalista, e aspectos de esquerda, em aspectos morais e éticos, além de uma visão mais "mecanicista" da sociedade, ou seja, uma visão aonde a sociedade funciona como uma espécie de grande máquina com suas engrenagens. Os pilares do globalismo estão sobretudo na política do internacionalismo, economia (grandes bancos e corporações transnacionais), nos partidos políticos ligados a ideologia globalista e nas grandes mídias. 

Tem também a questão da Maçonaria (ou maçonarias), mas é um tema ainda mais complexo e é um assunto à parte. O tema merece um estudo separado. O globalismo é até certo ponto diversificado e utiliza-se fartamente de simbolismo maçônico-esotérico. 

No Brasil, o globalismo é de longe o modelo de projeto civilizacional mais atuante e forte, pois o sistema bancário, as grandes mídias e a maior parte dos partidos políticos seguem agendas globalistas. Os sociais democratas em geral, hoje em dia são pró globalismo. As pautas dos sociais democratas de hoje e dos globalistas são bem parecidas em vários aspectos. 


O PSDB

O partido que, na minha opinião, mais representa essa visão ideológica no Brasil é sem dúvidas o PSDB, que claramente imita o Partido Democrata dos EUA em muitos pontos e busca também sempre estar alinhado às pautas dos sociais democratas da Europa, que geralmente são bem próximas aos democratas dos EUA. Fora os partidos da "esquerda vermelha", que são contra a nova ordem mundial proposta pelos globalista (eles possuem outros projetos), quase todos os outros partidos acabam por servir ou como linhas auxiliares do PSDB ou como partidos do "centrão", que em muitas vezes seguem pautas ideológicas próximas das do PSDB.  O MDB, outro partido forte, tem um viés mais "neutro", por assim dizer. É claro que nem todos os membros destes partidos são globalistas e é claro que nem todas as ações deles são globalistas. Há bons políticos nos partidos aqui citados. Eu sei que política partidária é algo muito complexo e não estou generalizando tudo. Estou falando em um nível mais abrangente, apontando certas tendências ideológicas e partidárias. Isso não quer dizer que não existam no PSDB patriotas e/ou nacionalistas, ou ainda, políticos mais pragmáticos que não concordam com a visão historicamente mais globalista do PSDB, por exemplo. Para além disso tudo, partidos políticos podem mudar bastante com o passar do tempo. Mas historicamente, o PSDB tem sim este viés de alinhamento com pautas globalistas/globalizantes. Não estou usando o termo globalista em um sentido conspiracionista do termo, é claro. Atualmente, podemos dizer que o "Tucanistão" engloba vários setores espalhados em partidos diversos. 

A Rede Globo

Um grande pilar do globalismo no Brasil é a Rede Globo, que, sem dúvida alguma, é de longe a instituição de mídia que mais influenciou e influencia a população brasileira. A Globo seguramente influenciou a população mais do que qualquer instituição religiosa ou partido político no país, desde quando foi inaugurada. Se o PSDB é a imitação brasileira do Partido Democrata, a Rede Globo, em assuntos jornalísticos, é a imitação da CNN, devidamente adaptada com a realidade brasileira, com a diferença que a Globo foi por décadas absolutamente hegemônica na TV brasileira, algo que a CNN nunca chegou perto de ser nos EUA.
Sei que agora a CNN "original" chegou ao Brasil, mas isso não muda nada, pois tanto a CNN quanto a Rede Globo possuem o mesmo viés, por razões bem óbvias. 
A força da Globo no Brasil não possui paralelo no resto do mundo. Não estou afirmando que todos os funcionários da Globo possuem a mesma ideologia, ou que tudo o que passa na Globo seja ruim ou mentiroso. A "Vênus platinada" obviamente não é um ser vivo, é uma "mega empresa" com donos e funcionários, ou seja, é composta por pessoas e não por robôs. É certo que as diretrizes são dadas pela liderança, que são os membros da família Marinho. Então, são os Marinho, donos da rede, que são claramente globalistas, além de parte dos funcionários, é claro. O mesmo vale para os donos dos grandes bancos do país: não são meras abstrações, são pessoas que seguem essa visão de mundo. 

De fato, os globalistas do Brasil sempre buscaram fazer do país uma imitação dos EUA e Europa sob um ponto de vista da esquerda liberal/social democrata dos países "sede". Os neocons do Brasil são bem novos em relação aos globalistas daqui, mas algo é indiscutível: os dois lados fazem de tudo para serem imitações de seus mestres. Os globalistas brasileiros também são hipócritas e dissimulados, pois não passam de meros imitadores, sem um projeto que de fato melhore o Brasil. Eles imitam tanto os EUA que até mesmo as pautas identitarias (envolvendo negros e brancos, por exemplo), já trouxeram ao Brasil, mesmo o Brasil sendo o país mais mestiço do mundo, ou seja: tanto brancos quanto negros são minorias (você acha que mesmo que quase metade da população brasileira é branca, como aponta o IBGE? 😂). Infelizmente, os brazucas globalistas estão tão perdidos das ideias quanto os neocons e os petistas. Eles não buscam ver o Brasil como ele é, eles buscam modelos de visão de mundo prontas, importadas de fora, como se sociologia fosse um produto que se compra pela internet.

Internacionalização da Amazônia 🌳

O que creio que eles querem fazer no Brasil? 
Penso que para se compreender os globalistas brasileiros, é preciso entender que eles defendem transformar a Amazônia em um território internacionalizado sob comando dos EUA, União Europeia, Reino Unido e aliados, grupo também chamado midiaticamente de "comunidade internacional". A comunidade internacional deles: 🙄


Embora o ambientalismo em si não seja globalista, o globalismo possui nas pautas ambientais um de seus pilares. É claro que o globalismo vai muito além disso. Recomendo estudar o tema longe dos conspiracionismos malucos que existem pela internet, e é claro: com seriedade e paciência. 

Para se entender melhor o globalismo no Brasil através da questão ambiental: Corredor Triplo A
Um ponto de vista abertamente globalista: Climatismo, globalismo .

Na minha opinião, o maior objetivo globalista no Brasil é internacionalizar a Amazônia e adjacências mais ou menos nos moldes do Tratado da Antártida, de 1959, porém, com a participação apenas dos países da "comunidade internacional", que também pode ser chamada de "grupo de países membros da OTAN". 

Então, assim como os petistas e neoconservadores brazucas, os globalistas daqui não passam de meros imitadores, como se fossem macaquinhos adestrados. 🙊





 

Em defesa dos imigrantes e contra o Estado interventor


Um dos maiores erros nas discussões políticas atuais é a defesa da ideia de que ser conservador é defender o controle exagerado das fronteiras nacionais. Nada mais equivocado. Eu vou falar agora sobre a questão da imigração nos EUA.
Os EUA, assim como o Brasil, foram inundados de imigrantes no século XIX. A maioria veio aqui para a América partindo da Europa. Naquela época, um período muito mais conservador do que atualmente no mundo Ocidental, pouco era necessário para entrar aqui na América. Vou me focar um pouco mais nos EUA:
O número de imigrantes que adentrou nos EUA desde o século XIX gigantesco:

"...mais da metade da população atual dos Estados Unidos (que é de 320 milhões de habitantes) tem antepassados que entraram no país pela cidade de Nova York entre as décadas de 1820 e 1920." 

A maioria partiu do Reino Unido, da Europa germânica e da Península Itálica. Em uma época em que não existia sequer passaporte, centenas de imigrantes chegavam em navios diariamente nos EUA, mudando para sempre os rumos do país. A maioria era pobre e chegava com poucos recursos em um país gigantesco, com muita vontade de trabalhar, estudar e engrandecer o "Novo Mundo". Pessoas ricas e de condições financeiras medianas também chegavam aos montes. 
Em um mundo muito mais livre, as pessoas tinham liberdade para produzirem riqueza e criarem novas comunidades. Nada mais conservador. É claro que houve preconceito, xenofobia e desrespeito em várias ocasiões, mas nada comparado ao que se vê no discurso anti imigrações de hoje em dia. Não estou levando em conta, é claro, a questão do racismo contra os negros, que era um absurdo no Século XIX. Hoje em dia, o que vemos na questão do racismo dos EUA é histeria neomarxista acusando os brancos de praticarem o "racismo estrutural", o que é uma farsa. 

Na mentalidade socialista, o forte controle estatal da sociedade sempre foi uma prioridade. Excesso de documentos, muitas regras, entrega de informações familiares e outras práticas burocráticas sempre estiveram na agenda dos socialistas, sejam eles marxistas ou os "socialistas utópicos". E assim é até até hoje. Conforme a influência socialista foi crescendo nas estruturas estatais mundo agora, as exigências para imigrantes foram aumentando. Com a ascensão do socialismo e demais teorias políticas similares, o Estado passou a ser um controlador nefasto até da vida privada das pessoas. O século XX chegou, veio o fascismo, que cooptou parte dos conservadores, tornando-os na verdade revolucionários, ou seja, a Terceira Teoria Política se apoderou do termo conservadorismo, e como toda farsa bem feita, enganou multidões pelo mundo. Pois bem, o fascismo se enfraqueceu após a Segunda Guerra Mundial, mas a influência do pensamento estatista do século XX não acabou. Com a virada do milênio e o surgimento do neofascismo, criou-se erradamente o mito de que o controle exagerado de fronteiras e a xenofobia são características do conservadorismo. Mentira! Sempre foi característica socialista e fascista o forte controle social e a máxima intervenção possível sobre a circulação de pessoas. Quem defende que haja forte restrição de entrada de imigrantes latino-americanos nos EUA não está agindo de modo conservador. Ao contrário, está agindo em favor de uma agenda socializante e até mesmo neofascista ou filofascista. Não é a toa que os mesmo defensores do controle forte de fronteiras nos EUA são os que dizem lutar contra a "extinção do homem branco". Um absurdo com cheiro de nazismo. O fato é que a maioria dos imigrantes que entram nos EUA é composta por cristãos conservadores (de maioria católica) com uma taxa de natalidade maior do que a taxa média dos EUA, o que é ótimo, pois uma população envelhecida não gera riqueza. 
Desde quando o fator "raça" deve ser preponderante para definir política migratória? Desde quando imigrantes cristãos destroem a cultura dos EUA, sendo que os EUA sempre foram um país de maioria cristã? Não é estranho o discurso anti imigração? Já está provado que a história de que imigrantes aumentam a violência nós EUA é uma farsa: violência e imigração nos EUA

Derrubado o argumento da suposta violência dos imigrantes, agora é hora de derrubar o argumento da extinção da raça branca: 
Ora pois, já está comprovado que só existe uma raça, a raça humana. O argumento racial é ridículo. O argumento cultural também é, já que quase todos os que adentram os EUA são cristãos ou secularistas. 

Não há risco de superpopulação nem de guerra por motivos étnicos ou algo de tipo. O que está por trás do ódio aos latino-americanos que vão para os EUA é o velho racismo e o supremacismo WASP. Ódio contra imigrantes é reflexo de insegurança e ignorância. Defendo que os mexicanos, argentinos, brasileiros, etc, assim como dinamarqueses e russos possam adentram tranquilamente nos EUA, sem tanta burocracia e controle estatal. Aliás, eu gostaria de ver, por curiosidade, uns 100 mil dinamarqueses étnicos pedindo espontaneamente para irem viver nos EUA. O motivo? Eu queria ver a reação dos defensores de Donald Trump. Será que gritariam : "Danish boys, go out?" , como gostam de fazer com os mexicanos? Bom, dá pra imaginar como seria, não é mesmo? Claro que isto só aconteceria se uma catástrofe ocorresse na Dinamarca e eu não desejo isto. Eu apenas quis levantar a hipótese para melhor explicar o que está por trás da babaquice anti imigração nos EUA.

Não sou liberal, nem no sentido usado no EUA (esquerdista, liberal de esquerda e afins), nem no sentido usado no Brasil (capitalista, defensor do liberalismo, do iluminismo), mas irei colocar aqui um link de um liberal brasileiro bem conhecido defendendo a livre circulação de pessoas: 

É óbvio que existem casos e casos. Na Europa, por exemplo, a situação é outra. Envolve a União Européia e dezenas de país. Envolve questões culturais profundas e questões religiosas sérias, para além da muito complexa geopolítica envolvendo Europa, Mediterrâneo, Israel, Oriente Médio, etc. Mas em linhas gerais, lá também o controle de imigração é um fracasso. E no Brasil? Bom, aí é tema para um artigo a parte, já que não sabemos se existirá Brasil nos próximos anos...



CANZUK: a nova aliança anglo-saxã

São três os principais projetos de alianças envolvendo os países anglo-saxões, que, em princípio, aparentam ser projetos distintos, mas que estão claramente alinhados a uma agenda internacional comum, rumando para uma mesma conclusão, que é uma ideia de confederação entre 4 dos 5  países envolvidos, sendo algo análogo à União Europeia. 

Desde o BREXIT, o Reino Unido tem se esforçado muito para recuperar seu velho prestígio do período pré Segunda Guerra Mundial. Nunca vi o BREXIT apenas como uma espécie de "racha" interno, e sim como o ponto de partida de um novo projeto econômico, social e geopolítico,embora, é claro eu não ignore a divisão que houve dentro da própria Grã-Bretanha nos eventos relacionados ao BREXIT. O fato é que, desde o BREXIT, os britânicos estão abertamente trilhando um caminho que já está levando Londres a uma posição de segunda força do Ocidente, atrás apenas dos EUA, e isto não parece incomodar os britânicos. Na verdade, este parece ser o objetivo.

              Five Eyes (Cinco Olhos)


Com mais de 900 milhões de habitantes, (por volta de 915,993000) , a soma dos cinco países, "Five Eyes" (Cinco Olhos) de origem anglo-saxã é formada por 🇦🇺 Austrália, 🇨🇦 Canadá, 🇺🇲 EUA, 🇳🇿 Nova Zelândia e 🇬🇧 Reino Unido. 
A aliança está totalmente alinhada com a União Europeia e OTAN, não sendo assim, um projeto de aliança contrário aos outros projetos ocidentais, e sim, um projeto que se insere no contexto das relações internacionais do Ocidente. 

Após o BREXIT, a aliança passou a ter uma importância a mais, pois o Reino Unido, agora mais distante e independente da União Europeia, precisa de fortalecer e reconsolidar seu status de potência global. 

Veja este vídeo da TV Justiça levantando pontos polêmicos sobre o tema:


AUKUS
E foi neste mesmo contexto de alianças anglo-saxãs que nasceu a aliança AUKUS (Austrália, Estados Unidos e Reino Unido). Neste caso, trata-se de uma aliança explicitamente militar e de viés sobretudo geopolítico. Não faz parte da aliança AUKUS (ao menos oficialmente), a Nova Zelândia. Veja esta matéria acerca do nascimento da aliança: AUKUS . Acontece que, já estando inseridos na OTAN, EUA e Reino Unido aproximam-se ainda mais, e fica implícito que a aliança entre as duas potências é bem mais próximas e isto serve como um sinal para os demais países da OTAN.

Aqui, um vídeo com foco nos aspectos militares: 


                      CANZUK


O projeto chamado CANZUK surgiu como uma alternativa para os britânicos como alternativa diante da saída da União Europeia. O projeto envolve Reino Unido, Canadá, Nova Zelândia e Austrália. Basicamente, envolve o Reino Unido e suas ex-colônias que possuem até hoje fortes ligações com os britânicos, inclusive tendo ainda como principal líder o monarca britânico. Sim, estes países são oficialmente monarquias, embora possuam forte independência em relação à Londres. Somando aproximadamente 140 milhões de habitantes, a união teria o terceiro PIB do mundo. Tudo indica que, indo à frente, será uma confederação de países parecida com a União Europeia. A grande diferença está no fato de que a aliança não encontraria forte resistência em ter uma cidade principal (Londres), não encontraria problemas culturais, sobretudo pelo fato de serem países cujas populações possuem a mesma origem britânica e falarem exatamente o mesmo idioma (inglês), e ainda por cima provavelmente teriam todo o apoio dos EUA. 
Provavelmente teriam que aparar as arestas com a União Europeia, o que  seria difícil, mesmo tendo o apoio dos EUA. Em aspectos econômicos e políticos estão os maiores problemas, pois os países teriam que resolver seus problemas internos no que diz respeito à indústrias, comércio e leis nacionais. Como adversários, teriam que lidar com o bloco eurasiano chefiado por Rússia e China, o que seria um desafio e tanto. 


Veja abaixo este vídeo sobre o projeto: 


 Ainda em relação ao Reino Unido, é importante dizer que há mais territórios que fazem parte do Reino diretamente: Bahamas, Belize, Granada, Jamaica, Papua-Nova Guiné, Ilhas Salomão, Santa Lúcia, Antígua e Barbuda, São Cristóvão e Nevis e também São Vicente e Granadinas.
Também existe a Commonwealth (British Commonwealth of Nations), que é uma organização intergovernamental composta por 56 nações que colaboram entre si em vários setores, como economia, política e cultura. Enfim, o Reino Unido possui muitas ligações. 

                   Concluindo

Estamos diante da consolidação de um novo processo de integração no mundo Ocidental, que possui como protagonista Londres e que conta com o apoio dos EUA, principal potência ocidental, em uma jogada geopolítica de rearranjo do Ocidente, envolvendo todos os continentes. Desta forma, os EUA mantém-se como principal força, mas sem se exporem tanto, e de um modo que agrada tanto os republicanos, que querem ver os EUA como líderes do Ocidente, quanto os democratas, que vêem os EUA como parte da liderança do Ocidente, dividindo sua liderança com outros países. Ao mesmo tempo, é benéfico para o Reino Unido, que aos poucos volta a ser forte no cenário internacional, pois se consolida como a segunda força da OTAN, servindo como uma espécie de elo de ligação cultural, social e geopolítico entre a América do Norte e suas ex-colônias, interligado sempre com a OTAN, de modo que a aliança destes cinco países passa a ter mais força em todo o planeta. Neste sentido, o Ocidente continuaria com os EUA como liderança, mas tendo o Reino Unido como segunda potência chefiando os demais países anglo-saxões. Está nascendo uma nova versão do Império Britânico? O tempo dirá. 








História - república brasileira

Uma aula sobre a Proclamação da República do Brasil - Cláudio Zaidan. Não o admiro e não concordo com as posições dele, mas considero este á...