sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

O lumpemproletariado dos ricões do Projaquistão

Não é de se espantar que haja hoje em dia uma legião de milhões de pessoas com suas mentes afetadas por uma mentalidade de banditismo, indisciplina e vitimismo. Depois de décadas de propaganda massiva, através da TV, do cinema, da política, da música e, mais recentemente, mas não menos relevante, da internet. Trata-se de uma simbiose esquisita aos desavisados: partidos políticos de viés neomarxista, empresários inescrupulosos dos mais diversos setores se uniram para espalhar lixo cultural pela sociedade. Sim, lixo. Não há outra palavra tão adequada quanto a palavra lixo!. Nem mesmo um relativista cultural honesto pode negar que o que é despejado dioturnamente nas mentes e corações do povão, não passa de lixo cultural e moral. Somente os pseudo-intelectuais mais imbecis conseguem ver algo de valor em imbecilidades como "funk-carioca" (que é o fundo do poço), "breganejo" e tantas outra pseudo-músicas que literalmente ajudam a aumentar decadência social que já é dominante no Brasil. Decadência esta que espanta até mesmo os decadentes ocidentais, que nos EUA, Europa e países afins, ficam chocados e às vezes enojados com o lixo que o Brasil exporta como cultura, para enganar trouxas. É óbvio que só o que há de pior no Ocidente que aceita o lixo daqui. E o pior é que os ocidentais acabam achando que aquilo é cultural brasileira. O problema é que este lixo não é cultura. Anitta, Mc Pipokinha, esse monte de "dj's" e choradores e gemedores com chapéu de cawboy de couro, não passam de iludidos e enganadores, que, com toneladas de grana e investimentos diversos advindos de uma elite político-econômica que só faz mal ao Brasil, se tornam ícones e referências para milhões de jovens jogados às traças na sociedade brasileira. 

A moda agora é usar todo este lixo para incentivar uma guerra racial no Brasil. Tudo regrado a grana das fundações e ONG's inúteis que, para parecerem boazinhas, de vez em quando doam algumas cestas básicas para os mais pobres, enquanto fazem o povo alimentar sua alma de podridões inomináveis em bailes funk e pseudo-shows de pseudo música sertaneja e outras baboseiras, incutindo valores que, ao contrário do que os falsos sociólogos de plantão dizem, não emancipam pobres nem ajudam mulheres vitimadas por degenerados espancadores, que, aliás, são crias do mesmo sistema de culto ao banditismo e exaltação de tudo o que não presta em uma favela. E digo isto por experiência própria, pois morei em favelas, na beirada de esgotos e convivi com todo tipo de gente. Acredite: o cidadão comum, pobre e que mora na favela, odeia tudo isso. O problema é que há anos os jovens são convencidos de que devem amar o ambiente da favela, achar que um imbecil gritando odes ao tráfico e mulheres semi-nuas rebolando em troca de algum trocado, são coisas boas e pura expressão da cultura popular. Cultura popular? Que cultura popular? Cultura é algo que se cultiva, ou seja, algo bom que se cria para um bem comum, e não para enaltecer assassinos, traficantes, cafetões e empresários inescrupulosos que ganham rios de dinheiro fomentando destas regadas a bebidas, drogas e putarias. 

É a velha tática do "Divide et impera", que consiste em dar prazer sexual, valores decadentes e espalhar picuinhas sociais para que o povão siga achando lindo viver na miséria e na pobreza sem contestar a elite que vive a viajar o mundo, curtir a vida e acumular riquezas às custas do povo enganado. Não vale a pena para eles transformarem Anittas e Pipokinhas da vida em celebridades e exemplos para o povo? Pra quê ensinar estudar e fazer o povo perceber o quão ruim é viver em barracos sem saneamento básico e casas de palafitas, comendo qualquer coisa e passar a vida sem esperanças, sem saúde pública de qualidade nem educação? 
Infelizmente, o sistema universitário também está profundamente contaminado desta mentalidade, e até mesmo setores religiosos já absorveram essas visões distorcidas de cultura e sociedade. 

A URSS foi uma paródia do Império Bizantino

Não se pode entender uma revolução sem uma compreensão mínima da sociedade na qual a revolução ocorreu. Também não é possível criar uma sociedade do zero. 

A URSS foi uma paródia do Império Bizantino. Não somente em tentar unificar o maior território possível do que foi outrora território bizantino russo, ou de algum outro povo tradicional, mas também na questão simbólica. As próprias cores da bandeira soviética demonstram que o ideário marxista só consegue se manter através do vampirismo simbólico: 

Bandeira soviética ☝️

O socialismo marxista é uma espécie de tentativa de criação de um paraíso na Terra, e isso é claramente uma tentativa de transformar a visão dos milenarismos heréticos cristãos em um novo milenarismo, puramente materialista e ateu. Marx utilizou conceitos da dialética de Hegel, de modo a materializar ao máximo a já confusa visão hegeliana (tese, antítese e síntese) de tal forma, que toda a filosofia anterior à marxista, pareça apenas um apêndice para o trabalho do próprio Karl Marx. A prepotência da filosofia de Marx não podia ser maior. 
Do lado mais liberal-cientificista, Auguste Comte fez algo semelhante em alguns aspectos, quando propôs uma "nova religião", com base na ciência empírica e na sociologia. Foi o positivismo, cujo lema está na bandeira do Brasil. Mas Marx desceu muito mais o nível, propondo a sua "ditadura do proletariado", que deve ser instaurada, mas não sem antes espalhar uma visão social que literalmente opõe grupos humanos (proletários e burgueses), coisa que Comte nunca defendeu. Entre os dois, Comte foi mais coerente, pois, apesar de estar errado, ele foi honesto consigo mesmo ao pelo menos respeitar os próprios conceitos científicos que ele seguia. Marx não fez isso. Na verdade, o pai do "socialismo científico" fez da confusão o seu método. 

Se as bases filosóficas estão corrompidas, é óbvio que a simbologia não poderia ser sã. Não tendo uma verdadeira base metafísica, a filosofia marxista apenas consegue copiar símbolos alheios de modo a criar uma paródia bizarra daquilo que pretende imitar. 

Em um projeto de nação, é óbvio que a sua bandeira, os seus símbolos políticos públicos, sua simbologia hierárquica e toda a sua cultura, devem estar em consonância com determinados valores populares e também com os seus objetivos mais elevados, além de não rejeitar as simplicidades de um povo (ou de vários povos que estejam dentre da civlização em questão). Ora, o marxismo, sem alma, precisa emular algo. Quando adentra uma sociedade e toma o poder, a visão marxista de realidade precisa literalmente roubar os símbolos tradicionais da sociedade e simplesmente mudar algo neles para parecer que surgiu alguma coisa original. Símbolos relacionados ao trabalho são abundantes na história: neste ponto, é relativamente fácil. Se os marxistas queriam tomar o lugar dos cristãos ortodoxos (e tomaram o poder, e não o espírito), eles precisavam enganar o povo, mantendo determinadas cores. Não há coincidências aqui. 

Bandeira do Império Bizantino ☝️

A história dos séculos XIX e XX provaram que sociedades criadas em laboratórios sociológicos não são possíveis. Os projetos utópicos fracassaram e produziram distopias pelo mundo. Não foi só o marxismo: nazismo, fascismo e afins também fracassaram retumbantemente. Todos não deixam de ser filhos rejeitados pelo liberalismo, que, apesar de possuir menos ideias utópicas, não deixa de ser, em muitos aspectos, uma paródia das próprias sociedades nas quais prosperou, pregando sempre uma utopia que nunca será alcançada, gerando pessoas insatisfeitas dispostas a apoiar até as loucuras soviéticas. Não foi à toa que parte do grande capital liberal transnacional sempre colaborou de várias formas com as ditaduras socialistas mundo a fora. 

História - república brasileira

Uma aula sobre a Proclamação da República do Brasil - Cláudio Zaidan. Não o admiro e não concordo com as posições dele, mas considero este á...